Descubra sua faixa em 10 segundos
Sua renda familiar bruta (a soma de todos os participantes) define o subsídio e os juros. Veja onde você se encaixa:
Faixa 1
até R$ 3.200/mês
O maior apoio do governo: o maior subsídio e os juros mais baixos.
Faixa 2
R$ 3.200 a R$ 5.000/mês
Ainda com subsídio e juros reduzidos.
Faixa 3
R$ 5.000 a R$ 9.600/mês
Financiamento com juros abaixo do mercado.
Faixa 4
R$ 9.600 a R$ 13.000/mês
Faixa de maior renda do programa, com juros abaixo do mercado.
O valor exato do subsídio e dos juros depende da sua renda e da sua região — e sai na simulação gratuita. Valores e regras de 2026 (Portaria 333); confirme na Caixa antes de fechar.
Faixas de renda 2026
A faixa em que você se encaixa determina o subsídio recebido e as condições de juros. A renda considerada é a renda bruta familiar — a soma de todos os participantes da composição de renda.
Valores de 2026 (Portaria MCID nº 333), sujeitos a atualização pela Caixa e pelo Ministério das Cidades. O valor do subsídio e a taxa de juros saem na simulação com o seu perfil — a Sonhares não crava número sem confirmar na Caixa.
Como usar o FGTS
O FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é uma das ferramentas mais úteis para quem compra o primeiro imóvel pelo Minha Casa Minha Vida: ele pode entrar como recurso próprio, reduzindo o valor a financiar e, com isso, as parcelas. Para usar dentro do programa, em regra você precisa:
- Ter pelo menos 3 anos de carteira assinada, somando todos os contratos ao longo da vida (não precisam ser seguidos).
- Não ter financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), nem ser dono de imóvel residencial urbano no município onde mora ou trabalha.
- Destinar o imóvel à moradia própria.
O saldo pode ser usado de três formas: compor a entrada, amortizar o saldo devedor depois da contratação, ou pagar até 80% das prestações por até 12 meses. E dá para somar o FGTS de todos os participantes da composição de renda — útil para famílias jovens, em que os saldos individuais ainda são pequenos.
O saque não é automático: abre-se um processo na Caixa com a documentação. A Sonhares orienta todo o trâmite — você não precisa entender de burocracia bancária para realizar o sonho.
Composição de renda
Você pode somar a renda bruta de até três pessoas com vínculo familiar comprovável (cônjuge, união estável, pais, filhos maiores, irmãos) para apresentar à Caixa — isso aumenta o valor que dá para financiar. Um exemplo: um casal com renda de R$ 2.500 cada soma R$ 5.000 e alcança o topo da Faixa 2, financiando um imóvel maior do que cada um conseguiria sozinho.
Três pontos importantes: todos os participantes assinam o contrato e ficam responsáveis solidariamente; cada um precisa estar em dia com Receita, Serasa e SPC (uma restrição em qualquer um pode barrar a aprovação de todos); e a idade do mais velho somada ao prazo do financiamento respeita o limite (em regra, ≤ 80 anos). O corretor da Sonhares ajuda a montar a melhor composição — quem entra, quem aumenta o limite e quem traria mais risco que benefício.
CLT, autônomo ou informal: como comprovar renda
A Caixa aceita renda de praticamente qualquer fonte, desde que dê para comprovar com documentos — o que muda é o tipo de documento. Em todos os casos, o que pesa é uma trajetória de renda consistente: picos isolados contam menos que uma média firme.
CLT
Holerite dos últimos meses e carteira assinada. É a modalidade mais simples — a análise costuma ser mais rápida. Funcionários públicos seguem regra similar, com contracheque.
Autônomo / MEI
Extratos bancários, declarações e movimentação que mostrem a média de ganhos. A DECORE feita por contador e a Declaração de Imposto de Renda ajudam a comprovar. Para MEI, valem também o DAS pago e o faturamento.
Informal
Movimentação bancária dos últimos meses (mostrando entradas regulares) e outros comprovantes que demonstrem renda estável. A Caixa pondera o conjunto.
Se hoje você ganha mais do que a média dos últimos meses, vale conversar com o corretor antes de simular.
AGEHAB — o complemento estadual em Goiás
A AGEHAB (Agência Goiana de Habitação) é o órgão do governo de Goiás que opera programas habitacionais estaduais. Em alguns casos, o apoio estadual pode se somar ao subsídio federal do Minha Casa Minha Vida, ajudando a reduzir o valor financiado.
Para os empreendimentos da Sonhares em Goiás, o convênio com a AGEHAB está em fase de formalização — assim que estiver ativo, essa camada estadual poderá ser aplicada. Enquanto isso, o financiamento segue normalmente pelo Minha Casa Minha Vida. Fale com um corretor da Sonhares para saber o status atualizado e o que se aplica ao seu caso.
Passo a passo: do sonho à chave
Escolher o empreendimento
Simular o financiamento
Reunir os documentos
Análise de crédito na Caixa
Aprovação
Assinatura do contrato
Acompanhamento
Recebimento da chave
Documentos necessários
A lista definitiva é a da Caixa na data da contratação e pode variar conforme a modalidade de renda. O corretor da Sonhares te passa a versão completa.
Perguntas frequentes sobre o Minha Casa Minha Vida
Empreendimentos da Sonhares no Minha Casa Minha Vida
Em Araguari/MG, a Sonhares já entregou os residenciais Parque dos Sonhos I e Parque dos Verdes — 400 casas pelo Minha Casa Minha Vida. Novos projetos estão a caminho, em fase de aprovação: um novo empreendimento em Araguari, o loteamento em Indianópolis/MG (aprovado pela prefeitura e em registro em cartório — serão 660 lotes após o registro) e o lançamento em Luziânia/GO. Fale com um corretor para ser avisado dos lançamentos.
Pronto pra simular? Fale com um corretor agora.
Em poucos minutos, pelo WhatsApp, você descobre sua faixa de renda e o valor máximo que pode financiar.
Falar com corretor no WhatsAppQuem já realizou com a Sonhares
7 anos
de mercado
+400
unidades entregues
3
cidades atendidas
2
estados
